
Justiça afasta aumento da Lei nº 5.005/2012
Liminares foram deferidas a favor das empresas que ingressaram com ações. Mas, afinal, o que a sua empresa deve fazer neste momento?

Os créditos fiscais acumulados representam valores que a empresa pode compensar ou pedir restituição — como ICMS, PIS/COFINS ou IPI — e que permanecem sem utilização ao longo dos anos. Em diversas transcrições técnicas analisadas pela Expert Assessoria, um auditor destacou que “o prazo que se avizinha exige revisão urgente”, especialmente para empresas do Distrito Federal. Além disso, documentos do Conselho Federal de Contabilidade reforçam que muitas empresas desconhecem que legislações estaduais e normas federais podem restringir o uso desses créditos já no início de 2026.
Assim, entender o prazo, identificar riscos e agir de forma preventiva tornou-se essencial para preservar caixa e competitividade.
Embora não exista uma data única nacional, vários estados determinaram que créditos não utilizados até o início de 2026 perderão eficácia ou sofrerão glosa automática. No Distrito Federal, por exemplo, a Secretaria da Fazenda já informou que a partir de janeiro de 2026 começa o cruzamento intensivo de créditos antigos. Portanto, a inércia pode gerar prejuízos imediatos.
As empresas com maior risco são:
organizações no Lucro Real ou Presumido com créditos antigos sem compensação;
grupos com operações interestaduais ou exportadoras que acumulam ICMS/ST;
departamentos contábeis que não revisam saldos trimestralmente.
De acordo com uma consultora da Expert Assessoria, “quem ainda não consolidou esse levantamento está operando com risco oculto”.
Frequentemente, empresas perdem créditos relevantes devido a erros simples. Assim, a revisão torna-se indispensável.
Os principais créditos ignorados são:
ICMS: notas de entrada não registradas, CFOP incorreto, NCM divergente.
PIS/COFINS: insumos elegíveis ignorados, mudanças de regime sem revisão.
IPI no ativo imobilizado: máquinas e equipamentos que deveriam gerar crédito, mas acabam registrados apenas como custo.
| Tipo de crédito esquecido | Motivo mais comum da perda | Impacto econômico estimado |
|---|---|---|
| Créditos de PIS/COFINS não aproveitados | Falha de parametrização fiscal; ausência de revisão periódica | Perda de 1% a 3% do faturamento anual em indústrias e comércios |
| Créditos de ICMS-ST ressarcível | Ausência de controles por produto e UF; desconhecimento da regra | Acúmulo de valores que podem chegar a 6 dígitos/ano |
| Créditos de ISS retido | Falta de reconciliação com notas e extratos de retenção | Pagamento em duplicidade ou falta de compensação |
| Créditos previdenciários (CPRB, GFIP/DCTFWeb) | Divergência de eventos do eSocial; erros de base de cálculo | Multas e pagamento indevido mensal |
| Créditos aduaneiros (Drawback, Reintegra) | Documentação incompleta ou prazos expirados | Perda de incentivos fiscais e competitividade |
| Créditos por pagamento a maior | Ausência de conferência fina do ERP; não uso de pedidos de restituição | Capital imobilizado e fluxo de caixa reduzido |
“Tabela com créditos fiscais acumulados e seus impactos para empresas do DF”.
Para evitar perda financeira, a Expert Assessoria recomenda uma sequência estratégica. Dessa forma, a empresa reduz riscos e aumenta sua margem operacional.
Passos essenciais:
mapear todos os créditos acumulados entre 2018 e 2025;
realizar auditoria em ICMS, PIS/COFINS e IPI;
projetar o uso desses créditos no caixa de 2026;
implementar dashboards e alertas de prescrição;
revisar políticas internas de aproveitamento tributário.
Segundo um especialista da Expert, “não usar o crédito é como perder dinheiro que você já ganhou”.
A ausência de revisão pode gerar efeitos severos. Além disso, os prejuízos tornam-se estruturais e difíceis de reverter.
Entre os impactos mais comuns estão:
perda definitiva de créditos por prescrição;
glosas e impedimentos na emissão de CND;
aumento de custos operacionais;
perda de competitividade em licitações e contratos do DF.
Como alertou um auditor em seminário regional, “perder crédito fiscal é pagar imposto duas vezes”.
O prazo para usar ou perder créditos fiscais acumulados exige ação imediata. Para empresas de Brasília e do Distrito Federal, o alerta é ainda mais intenso. Conforme destacou o diretor da Expert Assessoria, “o tempo de oportunidade está acabando”.
diagnóstico completo dos créditos até o 4º trimestre de 2025;
auditoria preventiva no regime tributário;
plano de compensação para 2026;
implementação de controles permanentes.
Agende uma consulta com a Expert Assessoria e transforme créditos fiscais em vantagem competitiva antes de 2026.

Liminares foram deferidas a favor das empresas que ingressaram com ações. Mas, afinal, o que a sua empresa deve fazer neste momento?

A escrituração do Bloco K tornou-se obrigatória para todas as empresas que se enquadram nas condições de indústria

A recuperação de créditos tributários deixou de ser exceção e passou a integrar a agenda financeira de muitas empresas. No entanto, embora decisões judiciais favoráveis, revisões fiscais e oportunidades legais permitam recuperar valores relevantes, nem sempre esse crédito vem acompanhado de governança adequada. Como resultado, o que hoje parece ganho financeiro pode se transformar em […]