
Saiba o que muda nas relações de trabalho e na CLT com a MP n° 905/2019
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Em diferentes apresentações oficiais da Receita Federal realizadas ao longo de 2024 e 2025, ficou registrado em vídeo que “a fiscalização eletrônica será significativamente ampliada a partir de 2026”. Além disso, relatórios recentes voltados ao Distrito Federal indicam que empresas que atendem ao setor público já iniciaram revisões profundas em suas rotinas de compliance tributário, porque a margem de erro fiscal diminui a cada novo ciclo de validação digital.
De acordo com transcrição de um relatório do Conselho Federal de Contabilidade, “empresas com governança tributária estruturada reduzem o risco fiscal em até 50%”. Esse conceito engloba práticas, controles e processos voltados para assegurar conformidade, prevenir autuações e maximizar benefícios legais.
Assim, o compliance não se limita ao cumprimento de prazos; ele inclui consistência, rastreabilidade e transparência — elementos repetidamente citados nas apresentações técnicas mais recentes.
Conforme resumiu um consultor sênior da Expert Assessoria durante um seminário transmitido online, “não basta entregar obrigações — é necessário demonstrar controle e coerência entre elas”.
Os pilares incluem:
mapeamento completo das obrigações fiscais (SPED, DCTF, ECF),
revisão periódica de créditos, apurações e incentivos,
treinamento contínuo da equipe financeira e contábil,
indicadores de risco e alertas automáticos.
Esses fatores compõem a base de um compliance tributário moderno e alinhado ao novo ambiente regulatório.
Segundo um analista de riscos entrevistado em transmissão oficial, “estamos diante de uma tempestade perfeita de obrigatoriedade para as empresas”. Isso porque a combinação de fatores aumenta drasticamente a necessidade de controles estruturados.
Crescimento rápido dos cruzamentos de dados entre estados, municípios e Receita Federal.
Transição tributária para CBS e IBS, que exigirá novos padrões de consistência entre documentos.
Aperto nas regras de créditos fiscais e incentivos regionais, com maior risco de glosa automática.
Possível nova tributação de lucros (PL 1087/2025), impactando estruturas societárias e distribuição de resultados.
Em resumo, o ambiente fiscal deixa de ser fiscalizado por amostragem e passa a ser auditado de forma contínua.
Em diferentes debates regionais, especialistas afirmaram que empresas que atuam no Distrito Federal — especialmente aquelas com contratos governamentais — enfrentam riscos ainda maiores.
Durante uma dessas sessões, um auditor comentou que “quem não adota auditoria preventiva acumula passivos silenciosos, e quando eles emergem, a correção custa caro”.
risco ampliado de autuação,
bloqueio de operação ou emissão de certidões,
perda de benefícios fiscais,
prejuízos competitivos devido a margens comprimidas.
Por outro lado, empresas com compliance estruturado relatam melhora em margem, previsibilidade e atração de investidores.
| Situação | Sem compliance tributário | Com compliance estruturado |
|---|---|---|
| Risco de autuação | Elevado, sem monitoramento | Baixo, com auditoria preventiva |
| Uso de créditos fiscais | Irregular, com perdas | Aproveitamento estratégico |
| Relação com o fisco | Reativa, apenas após autuação | Pró-ativa, com respostas antecipadas |
| Vantagem competitiva | Margem reduzida por custos ocultos | Margem melhor e posição sólida |
As principais mudanças percebidas pela Expert Assessoria mostram que a implementação eficaz segue cinco frentes principais.
Diagnóstico completo da saúde fiscal, incluindo prazos, créditos e particularidades regionais.
Plano de ação para 2025, com revisão de contratos societários e regime de tributação.
Sistemas de monitoramento de risco, com dashboards e alertas automáticos.
Treinamento contínuo da equipe, garantindo aderência às mudanças legislativas.
Auditoria tributária preventiva anual, com acompanhamento especializado.
a Expert reforça que “investir em compliance não é gasto — é proteção, eficiência e vantagem estratégica”.
Em diversas transcrições técnicas analisadas ao longo de 2024 e 2025, ficou evidente que o compliance tributário deixou de ser uma escolha operacional e passou a ser, como afirmado por um auditor da Receita, “um requisito para sobreviver ao novo modelo fiscal”. Além disso, conforme registrado em debates do setor, “as empresas que estruturarem governança antes da virada terão menor risco, maior previsibilidade e vantagem competitiva real”. E, segundo relatado por consultores entrevistados, esse movimento não é apenas preventivo — ele é estratégico, pois reduz custos, elimina passivos ocultos e fortalece decisões financeiras.
Por isso, à medida que regras mais rígidas entram em vigor e cruzamentos eletrônicos se tornam automáticos, o melhor momento para preparar sua empresa é agora, especialmente porque, nas palavras de um especialista ouvido em audiência recente, “quem esperar a fiscalização bater à porta já estará atrasado”.
Se a sua empresa precisa reforçar governança, revisar riscos ou implementar compliance tributário antes das novas exigências, agende uma avaliação com a Expert Assessoria.

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