
Sefaz-GO esclarece sobre o pagamento do Difal
Em nota publicada no site, o órgão explicou quais são os contribuintes que têm direito a usufruir do benefício fiscal

A maior parte das empresas no Brasil acredita que cumpre corretamente suas obrigações fiscais. No entanto, como explicou um consultor da Expert Assessoria em uma reunião recente, o que mais drena recursos não é o erro grave e isolado, mas sim o detalhe ignorado de forma recorrente ao longo dos meses.
Nesse contexto, análises internas e relatórios técnicos mostram que a gestão tributária tradicional já não acompanha a complexidade fiscal que se intensifica rumo a 2025 e 2026. Além disso, esse cenário se torna ainda mais sensível para empresas localizadas em Brasília e no Distrito Federal, onde, segundo declarações recentes de auditores do fisco, o rigor fiscal tende a se antecipar.
Por isso, este artigo apresenta sinais claros de que a gestão tributária da sua empresa pode estar perdendo recursos, ao mesmo tempo em que oferece explicações estratégicas, análise técnica e alinhamento com as mudanças regulatórias em curso.
De acordo com relatórios recentes da Receita Federal, milhares de empresas deixam de recuperar créditos tributários todos os anos. Isso acontece porque, na maioria dos casos, não há mapeamento técnico, revisão periódica ou validação correta das informações fiscais.
Como destacou um auditor em evento técnico, “o crédito existe, porém ninguém vai bater na sua porta para avisar”. Em outras palavras, o valor permanece parado até prescrever.
Esse sinal costuma aparecer quando a empresa, por exemplo:
não revisa insumos, NCM, bases de cálculo ou retenções;
nunca realizou um levantamento técnico aprofundado;
não cruza informações entre SPED, ECF, obrigações acessórias e dados operacionais.
Portanto, quanto mais tempo esses créditos ficam esquecidos, maior é a perda financeira silenciosa.
Outro sinal recorrente surge quando a empresa mantém o mesmo regime tributário por anos. Nesse caso, como afirmou um tributarista da Expert Assessoria, “empresa que não simula, paga imposto no automático”.
Além disso, em 2025 esse comportamento se torna ainda mais crítico, porque o ano-base influencia diretamente a adaptação às mudanças de 2026. Ou seja, permanecer no regime errado hoje pode ampliar custos amanhã.
Por exemplo, empresas que não simulam cenários entre Lucro Real e Lucro Presumido podem estar pagando margens desnecessárias. Da mesma forma, a ausência de simulações impede decisões estratégicas, como reorganização societária ou reclassificação fiscal de produtos.
Em diversas consultorias, o padrão se repete. Segundo um especialista em compliance fiscal, muitas empresas acreditam que enviar o SPED sem erro aparente já significa estar regular. Contudo, isso representa apenas o mínimo operacional.
Os problemas mais comuns, nesse cenário, incluem:
divergências não analisadas nos cruzamentos de dados;
informações enviadas sem conciliação contábil adequada;
classificações fiscais padronizadas e incorretas.
Com isso, a chegada de novas obrigações para 2026, como a centralização digital e a ampliação dos cruzamentos automatizados, transforma esse sinal em um risco real. Inclusive, como alertou um auditor fiscal em evento técnico no DF, essa postura pode configurar fraude involuntária em potencial.
Enquanto muitas empresas tratam auditoria como exceção, grandes organizações já a veem como rotina. De fato, relatórios empresariais recentes mostram que revisões independentes identificaram falhas relevantes em mais de 60% das empresas analisadas.
Quando não há auditoria externa, acabam passando despercebidos:
tributos pagos a maior;
créditos não compensados;
riscos fiscais ocultos;
inconsistências antigas com potencial de autuação retroativa.
Como explicou um consultor sênior da Expert Assessoria, “a auditoria tributária é o único método capaz de revelar o dinheiro que está saindo sem ninguém perceber”. Além disso, no contexto de Brasília e região, onde o fisco amplia o uso de inteligência artificial, operar sem auditoria se torna um risco elevado.
Os quatro sinais apresentados deixam claro que o problema raramente está apenas no cálculo do imposto. Na prática, ele está no sistema que sustenta toda a gestão tributária.
Segundo análise da Expert Assessoria, empresas que revisam sua gestão com profundidade conseguem transformar risco em benefício financeiro. Consequentemente, essa vantagem tende a se intensificar nos ciclos de 2025 e 2026.
Para agir de forma preventiva, é recomendável:
revisar créditos tributários acumulados;
simular regimes e cenários tributários;
revisar obrigações acessórias com foco técnico, e não apenas operacional;
buscar auditoria tributária especializada.
Solicite um diagnóstico técnico da Expert Assessoria para identificar perdas tributárias, mapear riscos e estruturar planos de economia fiscal imediata.

Em nota publicada no site, o órgão explicou quais são os contribuintes que têm direito a usufruir do benefício fiscal

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